Es un placer darles la bienvenida a este blog.

Aqui plasmo, algunas ideas (mías y de otras personas) sobre Sexualidad, Feminismos, Género, Derechos Humanos y otros asuntos con el propósito de intercambiar, profundizar y fortalecer opiniones.

Espero que este sitio web sirva de ventana y plataforma útil para ustedes. Al mismo tiempo, podrán adquirir la multifacética información acerca de los temas y contenidos que aquí son proporcionados.

Muchas gracias por su atención, espero que visiten mi blog con frecuencia y brinden sus valiosas sugerencias y consejos.

Agradeciendo su visita, los saludo muy atentamente.

Paulinha Furtado

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Lei das Doulas: mais um direito a ser conquistado pelas mulheres de Campinas- SP-BR:

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Após três anos desde que foi apresentado ao Plenário da Câmara Municipal de Campinas, será votado hoje o Projeto de Lei 239/2013, mais conhecido como Lei das Doulas. O projeto dispõe que “maternidades, casas de parto e estabelecimentos hospitalares congêneres, da rede pública e privada da cidade de Campinas, ficam obrigados a permitir a presença de doulas durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato, sempre que solicitadas pela parturiente”. A autoria do PL é do vereador Pedro Tourinho (PT), elaborado em conjunto com o Fórum pela Humanização do Parto e Nascimento de Campinas. Posteriormente, contou com a co-autoria dos vereadores Gustavo Petta (PCdoB) e Thiago Ferrari (PTB) e tem o parecer favorável de 13 vereadores da Casa.
Por: Luciana Palharini*
O movimento pela permissão da presença das doulas nas maternidades e hospitais têm ocorrido nos últimos anos por todo o país, já tendo sido aprovadas e sancionadas leis das doulas em algumas cidades e estados, como: Blumenau/SC (Lei Municipal nº 7.946/2014), João Pessoa/PB (Lei Municipal nº 907/2015), São Paulo/SP (Lei Municipal nº 250/2013), Santos/SP (Lei Municipal nº 3134/2015), Sorocaba/SP (Lei Municipal nº 11.128/2015), Distrito Federal/DF (Lei Distrital nº 5.534/2015), Rondônia/RO (Lei Estadual nº 3657/2015), Jundiaí/SP (Lei Municipal nº 8490/2015), Poços de Caldas/MG (Lei Municipal nº 9.065/2015), Rondonópolis/MT (Lei Municipal nº 8.228/2014) e Amazonas/AM (Lei Estadual nº 4072/2014).
Afinal, o que faz uma doula? É nova essa profissão? Sim e não. Sim, até mesmo, pela necessidade evidente de explicar esse nome e sua função, ainda muito desconhecidos por grande parte da sociedade civil. Mas não se trata de um modismo de nossa era e, sim, de um dos ofícios mais antigos, assim como o das parteiras, existindo desde que o parto pertencia estritamente ao universo feminino e acontecia entre mulheres. Em tese, “doular” nada mais é do que uma mulher cuidar de outra que está parindo. Nos dias de hoje, contudo, onde o parto se restringiu a um evento conduzido tecnicamente por equipes especializadas, a cultura de mulheres cuidando de outras mulheres no parto se perdeu bastante, mas tem sido reafirmada pelos movimentos sociais de humanização do parto e por órgãos internacionais como a Organização Mundial da Saúde.
A doula é uma profissional escolhida livremente pela gestante e capacitada para oferecer cuidado físico, psíquico e emocional à mulher especialmente durante o trabalho de parto e o parto, fazendo uso de meios não farmacológicos para alívio da dor, auxiliando na busca de posições que propiciem conforto e a evolução do trabalho de parto, cuidando da alimentação e hidratação da parturiente. Ela deve passar por uma formação certificada para atuar e seu ofício é, inclusive, previsto na Classificação Brasileira de Ocupação – CBO 3221-35. Sua atuação pode se dar desde a gestação até o pós-parto. Diversas pesquisas têm trazido evidências científicas sobre os benefícios da presença da doula no trabalho de parto, entre eles: maior chance de parto vaginal espontâneo, menor necessidade de analgesia farmacológica, menor índice de insatisfação no parto, trabalho de parto mais curto, menor índice de cirurgia cesariana ou uso de instrumentos no parto, e menores chances de bebês nascidos com condições difíceis de vitalidade.
O reconhecimento do ofício e de sua importância, portanto, existe. Mas por que a necessidade de que ele seja assegurado na forma de Lei nas dependências de maternidades e hospitais? A questão é que a presença das doulas é comumente impedida na grande maioria dos estabelecimentos de saúde. Ou, o que ocorre na maior parte das vezes, é a permissão acontecer desde que seja como “acompanhante”. A presença da doula, contudo, não pode ser confundida com a presença do acompanhante instituída pela Lei Federal 11.108/2005 – A Lei do Acompanhante. Assim como, a mulher não pode ter seu acompanhante impedido de estar presente no parto. Os dois desempenham papeis completamente diferentes. A doula é uma acompanhante especializada, que tem um trabalho a ser realizado na atenção ao parto.
A grande questão que permeia a luta das mulheres pelo direito ao acompanhamento de doulas é que a classe médica hegemônica não reconhece o ofício dessas mulheres. O que ocorre, na verdade, é que desde o estabelecimento do parto em ambiente hospitalar tem sido preciso assegurar a intimidade e a presença de pessoas de confiança da mulher – que não seja da equipe médica – pela forma de Lei. A Lei do Acompanhante é uma delas. Ainda muito descumprida em hospitais e maternidades brasileiras como mostram algumas pesquisas recentes, sua criação, no entanto, foi um avanço significativo no Brasil na garantia do direito às mulheres de não ficarem isoladas e sozinhas durante o parto. A transformação do atendimento ao parto em um processo em série, padronizado e que privilegia a crença no uso de tecnologias em detrimento do bem-estar clínico e emocional da mulher, contribui para que ela, assim como seus anseios, tenha menor atenção no modelo obstétrico hegemônico. O descumprimento da Lei do Acompanhante é a prova disso. Sob argumentos diversos, muitas mulheres ainda são submetidas a terem seus partos na mais completa solidão e desamparo.
Com relação às doulas, são muitos os equívocos cometidos pela classe médica em seus argumentos contrários à presença da profissional no parto. A começar pelo desconhecimento do ofício. A doula não é parteira, não está apta a realizar exames e procedimentos obstétricos, e nem isso é defendido pelos movimentos sociais. No entanto, o texto do médico Roberto Magliano de Morais, membro da Câmara Técnica de Ginecologia e Obstetrícia do Conselho Federal de Medicina, em texto publicado em fevereiro deste ano no portal da instituição, desqualifica o movimento pela humanização do parto e atribui ao mesmo o ativismo pela substituição dos médicos pelas doulas. O texto, aliás, é sobre violência obstétrica, uma problemática gravíssima no contexto brasileiro da assistência obstétrica que vem sendo denunciada há anos – uma em cada quatro mulheres já sofreu esse tipo de violência de acordo com a pesquisa de referência realizada pela Fundação Perseu Abramo. O tema está, inclusive, muito relacionado à presença ou não de acompanhantes ou doulas, já que a maioria das mulheres que sofrem esse tipo de violência encontram-se sozinhas com a equipe de saúde no parto ou pós-parto. O médico citado, no entanto, pouco esclarece sobre o tema em seu texto e está muito mais preocupado em combater a discussão dos direitos das mulheres por um parto humanizado Doulas Campinas
Outro equívoco comum é que nem sempre o ofício de doular configura-se em trabalho remunerado. O Fórum pela Humanização do Parto e Nascimento de Campinas já ofereceu, gratuitamente, duas edições do curso de formação de doulas comunitárias. Um dos objetivos do curso é justamente a afirmação da importância da doula na gestação e parto, independentemente disso se tornar uma profissão remunerada. A ideia é promover a cultura de mulheres dando suporte a outras mulheres. O foco do curso, aberto ao público em geral, mas privilegiando a formação de agentes de saúde e lideranças de bairros, se dá exatamente por serem essas mulheres que lidam com a gestação e parto cotidianamente, com grande potencial de tornarem-se multiplicadoras desta prática de atenção.
O PL 239/2013 dispõe sobre a obrigatoriedade da permissão de entrada das doulas de livre escolha pelas parturientes, o exercício e função das profissionais nos estabelecimentos de saúde, os materiais que podem ser utilizados por elas e que já fazem parte de sua atuação, assim como veda às doulas a realização de procedimentos médicos ou clínicos. O não cumprimento da permissão de presença das doulas prevê penalidades que vão desde advertência na primeira ocorrência até o pagamento de multas em instituições privadas de saúde e afastamento de dirigentes nas instituições públicas. A discussão e votação da Lei das Doulas em Campinas acontecerá hoje, 08 de junho, durante a 37ª reunião ordinária da Câmara Municipal de Campinas, a partir das 18h. Grupos de mulheres em toda a cidade, assim como membros do Fórum pela Humanização do Parto e Nascimento estarão lá demarcando a luta por mais um direito das mulheres a ser conquistado na cidade de Campinas.
* Luciana Palharini é doutora em educação pela UNICAMP
Imagens e Arte: Ana Muriel

Asamblea Nacional de Usuarios de Energía Eléctrica, convoca:


Flacso México, invita:


Em Campinas- SP-BR:



En Xalapa - Veracruz:


CaidMex A.C, invita:


Asamblea Feminista de la FFyL - Unam:


La siguiente asamblea tiene como finalidad llevar acabo un diálogo acerca de los avances y propuestas que han surgido a partir de la organización de las estudiantAs de la Facultad de Filosofía y Letras interesadas en combatir el acoso y agresión sexual que se ejerce en la facultad y otros espacios de la universidad.

Ciudad Feminista - Comunicado:


#ABCNoSeOlvida #5Junio #7Años #JusticiaABC




PRORROGADAS as inscrições para o Curta O Gênero 2016 no Brasil:

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5 de junho agora é o prazo máximo para que os/as interessados/as em inscrever curtas, na Mostra Internacional Audiovisual, e fotografias, no Concurso Contrastes, possam fazê-lo. O V Seminário Gênero, Cultura e Mudança recebe resumos expandidos até esta mesma data.

Com a temática "Práticas e Epistemologias Feministas desde o Sul", o Curta o Gênero 2016 acontece entre os dias 23 e 27 de agosto, em Fortaleza (CE), reunindo uma programação extensa de conferências, mesas de discussão, oficinas, minicursos, mostra audiovisual, simpósios, intervenções artístico-culturais, exposições e diversas outras atividades.

As inscrições para curtas, trabalhos acadêmicos e fotografias devem ser realizadas pelo site www.fabricadeimagens.org.br/curtaogenero.

#DireitosHumanos #Sexualidades #Gênero #Feminismos #EpistemologiasDoSul


‪#‎ConstituyenteFeminista ‪#‎CDMX ‪#‎VotaFórmula16 ‪#‎5DeJunio




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Voten Elsa Conde y Orfe Castillo este 5 de junio, del lado de la lista de independientes. La participación de la ciudadanía es crucial para nuestra CDMX #‎ConstituyenteFeminista #‎CDMX #‎VotaFórmula16 #‎5DeJunio

Museo MyT:


Según datos de la Comisión Interamericana de Derechos Humanos, desde el 2011 a la fecha, más de 7,060 mujeres se encuentran desaparecidas o extraviadas en México.
Estados como Tamaulipas, Baja California y el Estado de México son los más peligrosos para las mujeres; pero la capital del país también tiene un gran número de reportes de desaparecidas. Del 2002 al 2015 desaparecieron más de tres mil mujeres en la Ciudad de México.
Según datos de la web del Centro de Atención a Personas Extraviadas o Ausentes (Capea), de los 6,878 reportes con los que cuenta hasta ahora, 3,054 son de mujeres desaparecidas. De estos, seis de cada diez registros, es decir 1,972 mujeres, tenían entre 13 y 20 años la última vez que fueron vistas. También informa que las delegaciones Iztapalapa, Gustavo A. Madero y Cuauhtémoc reúnen el 44% de los casos de desapariciones de mujeres.
En 2012 permanecieron pendientes de resolver 432 reportes de mujeres que no regresaron a sus casas; y en 2015 siguen desaparecidas 522 mujeres en la Ciudad de México.

Fuentes:

https://es.globalvoices.org/2016/05/30/las-miles-de-mexicanas-que-no-regresaron-a-sus-casas/

http://www.siempre.com.mx/2016/03/mujeres-desaparecidas-en-mexico/

Manos a la Tierra A.C, invita:


UNAM, invita:


CDHDF, invita:

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Se transmitirá por internet martes 7 de junio a partir de las 10:00 horas
http://cdhdfbeta.cdhdf.org.mx/event/presentacion-de-la-plataforma-prende-dh/

No Rio de Janeiro - BR:


La Cajita del Placer, invita:


Facultad de Derecho UNAM, invita:


PELOS DIREITOS DOS MENINOS :


Que nenhum menino seja coagido pelo pai a ter a primeira relação sexual da vida dele com uma prostituta (isso ainda acontece muito nos interiores do Brasil!)

Que nenhum menino seja exposto à pornografia precocemente para estimular sua macheza quando o que ele quer ver é só desenho animado infantil (isso acontece em todo lugar!)

Que ele possa aprender a dançar livremente, sem que lhe digam que isso é coisa de menina

Que ele possa chorar quando se sentir emocionado, e que não lhe digam que isso é coisa de menina

Que não lhe ensinem a ser cavalheiro, mas educado e solidário, com meninas e com os outros meninos também

Que ele aprenda a não se sentir inferior quando uma menina for melhor que ele em alguma habilidade específica , já que ele entende que homens e mulheres são igualmente capazes intelectualmente e não é vergonha nenhuma perder para uma menina em alguma coisa

Que ele aprenda a cozinhar, lavar prato, limpar o chão para quando tiver sua casa poder dividir as tarefas com sua mulher , e também ensinar isso aos seus filhos e filhas

Na adolescência, que não lhe estimulem a ser agressivo na paquera, a puxar as meninas pelo braço ou cabelos nas boates, ou a falar obscenidades no ouvido de uma garota só porque ela está de minisaia

Que ele não tenha que transar com qualquer mulher que queira transar com ele, que se sinta livre para negar quando não estiver a fim , sem pressão dos amigos

Que ele possa sonhar com casar e ser pai, sem ser criticado por isso. E, quando adulto, que possa decidir com sua mulher quem é que vai ficar mais tempo em casa , sem a prerrogativa de que ele é obrigado a prover o sustento e ela é que tem que cuidar da cria

Que, ao longo do seu crescimento, se ele perceber que ama meninos e não meninas, que ele sinta confiança na mãe , e também no pai! , para falar com eles sobre isso e ser compreendido

Que todo menino seja educado para ser um cara legal, um ser humano livre e com profundo respeito pelos outros. E não um machão insensível! Acredito que se todos os meninos forem criados assim eles se tornarão homens mais felizes. E as mulheres também serão mais felizes ao lado de homens assim. E o mundo inteiro será mais feliz.

O machismo não faz mal só às mulheres, mas aos homens também, à humanidade toda.

Meu ativismo político é a favor da alegria. Só isso.

Texto: Sílvia Amélia de Araujo
Imagem: filme Meninos de Kichute

UNAM, invita:


CNDH, invita:


"Violaron entre 30 "hombres" a una chica de 16 años - Treinta; aunque no es seguro. Ella contó 28 pero antes de quedar inconsciente le pareció escuchar a uno gritando "Somos 33!!!!". O treinta y ocho. No recuerda.
Dice que cree que la drogaron porque no podía moverse, que se reían de ella y que pensó que iba a morir.
Dice que el alma duele más que la vejiga destrozada y es más difícil de sanar. Dice que se baña todo el tiempo, todo el día. Que siente culpa aunque no sabe bien de qué. Y que sueña que le sale basura de los ojos y la boca. Dice que no entiende.
Lo primero que preguntó la policía fue si alguna vez había estado en una orgía.
16 años tiene.

Lo segundo, que por qué estaba donde estaba.
Estaba donde estaba porque la drogaron,y así, DROGADA, fue llevada a una casa abandonada. La violaban de a dos, para hacer más rápido. Algunos repetían. Como si fuera un plato de comida. 16 años tiene.

Dice que no sabe si quiere cumplir diecisiete. Dice que para qué.
Vi la foto de uno de esos hombres,con la boca abierta y la lengua afuera al lado de la vagina sangrando de esta chica de la edad de mi sobrina.

Pensé en mí misma cuando a los quince, volviendo del colegio un tipo me siguió de con el pene fuera.
Pensé en mí misma a los 21, volviendo en tren y un tío se masturbaba en el asiento de al lado se bajó riéndose cuando empecé a gritar. Recuerdo que vi el asiento manchado y vomité. Lo mío no fue nada. Algunas pesadillas de vez en cuando.
16 años tiene.

La encontraron deambulando, como ida, desorientada y sangrando.
Dice que tiene vergüenza. Y que no sabe por que.
Yo creo que tiene vergüenza porque es lo primero que aprendemos. Lo que nos hacen creer.
Que si la falda era corta, JÓDETE
Te emborrachaste, JÓDETE
Te gusta follar pero no quieres que te violen? Estás loca? JÓDETE
Te gusta andar sola de noche? JÓDETE
Te pones a hablar con cualquiera? JÓDETE

JÓDETE
JÓDETE

Vivimos en un mundo donde denunciar una violación se convierte en otra violación peor. Porque el que debería protegerte te llama puta aunque no lo diga. Cuestiona tu ropa, tus gustos, tus horarios.
Cuestiona tu cuerpo. Tus hábitos, tu coño
NO SEÑORES.

Lo que deberíamos cuestionar es la clase de hombres de mierda que estamos criando como sociedad. De esos que agarran una chica y se la pasan entre todos como si fuera una botella de cerveza hasta que ya no queda nada. O sí. Quedan los restos. Y a ver que hacemos con eso. Se lo debemos. A esta chica. Y a todas las demás. A cada hija, a cada amiga . A cada mujer . Porque pudo ser cualquiera de nosotras. Y puede volver a ser."
Adaptado del texto de Zuleika Esnal,


Alto a la cosificación de las cuerpos de las mujeres: Nueva Alianza lucra electoralmente con las mujeres.


Ciudad, de México, 2 de Junio 2016.
Históricamente a las mujeres se nos ha visto y reconocido como un objeto sexual, para la satisfacción y placer de los hombres, construcción fortalecida en un sistema patriarcal que actualmente tiene como consecuencia el acoso callejero, las violaciones, la trata y explotación sexual, las desapariciones y los feminicidios, la idea colectiva machista, sexista y misógina en la cual se nos puede silbar, mirar de forma lasciva, tocar, comercializar, violar, matar y desechar, por el hecho de ser mujeres.   
El partido Nueva Alianza que se ha distinguido por ser comparsa del régimen en el poder, con una postura muy alejada de los derechos humanos de las mujeres, y muy por el contrario promueve acciones que van en detrimento de la dignidad y reconocimiento los cuerpos de las mujeres como entes sociales, políticos y sujetos de derechos, hoy en día en el marco del proceso electoral rumbo a la Asamblea Constituyente de la CDMX, durante su cierre de campaña, este partido confirma su visión con respecto a las mujeres y nuestros cuerpos, así como la postura política carente de perspectiva de género, igualdad sustantiva y derechos humanos, justificando la libertad de expresión, en lo que es evidentemente claro un acto de violenciapolítica y sexista contra las mujeres. 
Son estas y otras fuerzas políticas, las de derecha y ultra derecha quienes representan una amenaza contra los derechos humanos de las mujeres, de llagar a la Asamblea Constituyente y su posible sobre representación ante el anti democrático proceso oficial.
Motivo por el cual Las Constituyentes CDMX quienes nos pronunciamos por una Constitución feminista, democratica, ciudadana, diversa y popular, exigimos a las autoridades competentes judicial, política y electoralmente, sancionen este y todo tipo de partidos y candidat@s, que promuevan, generen y fortalezcan acciones como el lucro electoral a partir de la cosificación de los cuerpos de las mujeres, así como mensajes, imágenes, discursos, propaganda y todo acto que motive a ello. 


Por una ciudad libre de estereotipos de género.
Por una Ciudad libre de misoginia, sexismo y machismo. 
Por la despatriarcalización de el sistema y la desgenitalización de la política. 
¡Nunca más una Constitución sin nosotras! 
Las Constituyentes CDMX 

#YoSíApoyoALosMaestros

Cuando suba la luz y la gasolina y no puedas pagarlas (REFORMA ENERGÉTICA).
Cuando el banco te embargue tu casa porque te atrasaste un mes con la tarjeta de crédito (REFORMA FINANCIERA).
Cuando te empiecen a cobrar por todo en las escuelas públicas (REFORMA EDUCATIVA).
Cuando te despidan en tu trabajo y ni las gracias te den (REFORMA LABORAL).
Cuando ya no te alcance el gasto para alimentar a tus hijos porque ahora te cobran más por impuestos (REFORMA HACENDARIA).
Cuando ocurra todo eso y al fin te decidas salir a protestar…Te van a reprimir y lo más triste de todo es que te vas a morir del coraje cuando te acuerdes que decías:
“Sí, que se frieguen a esos maestros revoltosos”.

Punto Gozadera, invita:


RompeViento TV y Las Constituyentes CDMX, invitan:


¿Qué ciudad queremos las mujeres?

HOY en
#Luchadoras platicaremos con Las Constituyentes CDMX quienes buscan impulsar que la #Constitución de la #CDMX reconozca y garantice los derechos sustantivos de las mujeres en esta ciudad.

#LasConstituyentes son una expresión plural, incluyente y diversa del movimiento feminista que participa de manera efectiva en la elaboración de los contenidos y sentido de la Constitución y además está presente en el proceso de armonización del marco jurídico de la misma.

Su trabajo se realiza con visión crítica de género y respetuosa de las diferencias.

#CONÉCTATE a las 8PM a Rompeviento TV y construyamos juntas la Constitución.

Mulheres na luta mesmo sob chuva em Campinas - SP - BR:


por Fabiana Ribeiro, para os Jornalistas Livres
 Nem a chuva que caiu em Campinas (SP) no inicio da noite  desanimou as cerca de 400 pessoas que participaram  do ato “Por todas elas”.
A manifestação, de caráter  feminista, contou com mulheres de todas as idades, crianças e inclusive com apoio de vários homens, se posicionando  contra a cultura do estupro. Cartazes, faixas, e 133 placas numeradas, indicando o número diário de estupro no Brasil, foram colocadas em 133 mulheres.
Diversas pessoas que assistiam à passeata se manifestaram a favor: carros buzinando e piscando faróis, passageiros aplaudindo em apoio, luzes piscando em janelas e sacadas de apartamentos em prédios.
As palavras de ordem durante a passeata foram contra a violência sofrida pelas mulheres, contra o governo golpista do vice-presidente Michel Temer e pela volta do Ministério das Mulheres.

No Rio de Janeiro- BR:


Quarta –feira 01 junho as 16:00 hrs. Paço Imperial - Praça XV de Novembro,  Rio de Janeiro.

Principio del formulario
Final del formulario
HOMENS, VAMOS APOIAR O ATO "POR TODAS ELAS" >>> https://goo.gl/sSHRHo (link do evento).

ATENÇÃO! >>> O NOSSO PONTO DE ENCONTRO SERÁ NO PAÇO IMPERIAL. DEPOIS SEGUIREMOS ATÉ A IGREJA DA CANDELÁRIA PARA APOIARMOS O ATO "POR TODAS ELAS (NÓS)"

TODOS os coletivos são bem vindos, porém NAO EXISTE NENHUM RESPONDENDO POR ESSE ATO!!
NEM MOVIMENTO, NEM ORGANIZAÇÃO, MUITO MENOS PARTIDO POLITICO.

O estupro coletivo praticado por 33 homens contra a jovem de 16 anos em Jacarepaguá, Rio de Janeiro, está sendo a gota d’água para darmos ênfase aos casos de estupro e abuso de mulheres no Brasil. Mais dois casos tiveram repercussão na mídia desde então: o da jovem de 17 anos em Bom Jesus no Piauí que sofreu estupro coletivo por 05 homens e, o da tentativa de estupro da senhora de 53 anos que estava internada em um hospital de classe média alta e 'A' no Rio de Janeiro!

Nós sabemos, pelos movimentos feministas que os estupros acontecem com frequência e são tratados com "naturalidade". Conhecemos diversas mulheres que passaram por situações constrangedoras de violência física, psicológica e sexual.
Nós entendemos que estas situações acontecem devido a desigualdade de poder nas relações entre homens mulheres e, que foram estabelecidas com base no patriarcado.

Quando conversamos a respeito da violência de gênero, as mulheres sempre participam mais, por serem as maiores vítimas. O que nos leva a propor trabalhos, campanhas e manifestações realizadas por homens e dirigidas a homens. Pesquisas no Brasil, revelam que 17% dos homens ( Barker e Acosta), admitiram ter praticado algum tipo de violência sexual contra mulheres! Segundo o 9° Anuário do Forum Brasileiro de Segurança Pública, 01 (uma) mulher é estuprada a cada 11 minutos no Brasil. Contraditoriamente, um dos maiores temores masculino é o de sofrer algum tipo de violência sexual, por outros homens.

O homem desde muito cedo é encorajado à sexualidade, a pratica sexual e a ver a mulher como objeto sexual. Não faltam estímulos visuais aos homens, nas propagandas e lugares que frequentam, concebendo a mulher como objeto de consumo.

Não estamos afirmando que todos os homens são potencialmente estupradores e muito menos estamos promovendo um ataque pessoal a esse ou aquele homem. Estamos sim, criticando os padrões patriarcais, viriarcais machistas, misóginos e homofóbicos que servem de paradigma pra nossa educação e vida cotidiana.

Os homens, cometem monstruosidades, como o estupro coletivo, e, ainda são apoiados pelo senso comum que acredita que a culpa é das mulheres! Essa cultura introjetada e incorporada, quando vivenciada no dia a dia, passa a ser um risco real a todas as mulheres. Nós homens, temos que assumir uma postura autocrítica e entendermos que somos parte deste problema como autores de violência de gênero.

Os homens, que defendem as pautas feministas, têm a possibilidade de desconstruir para outros homens esse paradigma violento.

Homens vamos apoiar e assumir a campanha:

HOMENS CONTRA A CULTURA DO ESTUPRO!

Em tempo, esse texto foi escrito a partir das reflexões que fizemos nos Grupos: Gênero e Masculinidades e
da Campanha do Laço Branco, ambos da Região do ABC Paulista.

APOIO: Espaço Somato e Espaço MOVA

Mujeres A.C CDMX, invitan: