Camara de Diputados, invita:


Curta Genero 2014:


MOSTRA INTERNACIONAL AUDIOVISUAL CURTA O GÊNERO 2014 REGULAMENTO
A Fábrica de Imagens – Ações Educativas em Cidadania e Gênero convida realizadoras e realizadores audiovisuais a participarem da seleção de vídeos de curta-metragem para a Mostra Internacional Audiovisual Curta o Gênero 2014, que ocorrerá de 07 a 11 de abril, em Fortaleza, Ceará, Brasil. 

A Mostra Internacional Audiovisual Curta o Gênero tem por objeto a difusão de obras audiovisuais de curta-metragem (documentários, ficções e/ou animações) que apresentem como elemento central as relações de gênero e suas intersecções com as questões de violência contra mulher, masculinidades, paternidade, diversidade sexual, raça e etnia, classe, exploração sexual, direitos humanos, direitos sexuais e reprodutivos, educação, saúde, dentre outras. 

Poderão se inscrever produções audiovisuais (documentários, ficções e/ou animações) que tenham sido concluídas a partir de 2011, com duração máxima de até 25 minutos (incluindo os créditos), que não tenham sido selecionadas nas edições anteriores da Mostra e cujos(as) realizadores(as) sejam maiores de 18 anos.
As inscrições serão gratuitas e realizadas no período de 25 de novembro de 2013 a 20 de fevereiro de 2014;
Obras internacionais deverão conter, obrigatoriamente, legendas em português (BR).
Recomenda-se que as obras nacionais também contenham legendas em português (BR), considerando as questões de acessibilidade. A falta de legendas, nesse caso, não será critério de indeferimento.
O processo de inscrição consiste no preenchimento integral e envio do Formulário de Inscrição disponível no site , devidamente assinada pelo(a) responsável pela inscrição, junto um (01) DVD contendo o arquivo do vídeo (formato MP4, em alta qualidade) e 03 (três) fotos de divulgação em alta resolução para o seguinte endereço : 

Fábrica de Imagens / Curta o Gênero, Rua Odilon Benévolo, no 1133, Maraponga / Fortaleza – Ceará - CEP 60.710-715.
A conclusão do processo de inscrição se dará exclusivamente pelo cumprimento dos trâmites contidos nos itens 2.1, 2.2, 2.3 e 2.5, sendo igualmente indeferidas as inscrições que não guardem relação com o campo temático descrito no item 1.1.
A Organização da Mostra não se responsabilizará: I) pelas despesas e encargos referentes à remessa postal dos materiais de inscrição; II) pelo preenchimento incorreto do Formulário de Inscrição; III) por problemas técnicos no link de visualização e/ou danos na cópia de DVD que prejudiquem sua avaliação ou exibição na Mostra, sendo-lhe reservado o direito de eliminação da obra audiovisual no processo seletivo ou no programa de exibição.
Ao submeter a obra audiovisual ao processo seletivo, o(a) responsável pela inscrição declara estar autorizado(a) e ser responsável por todos os direitos de imagem e autorais advindos da realização e exibição do vídeo.
Na ficha de inscrição, o (a) responsável pela inscrição deverá optar por autorizar ou não:
  1. a)  A exibição somente na Mostra Internacional Audiovisual Curta O Gênero 2014, em Fortaleza, Ceará, Brasil.
  2. b)  A exibição em itinerâncias da Mostra Internacional Audiovisual Curta O Gênero 2014 e em ações educativas da ONG Fábrica de Imagens em associações culturais, Pontos de Cultura, ONGs, cineclubes, Instituições de Ensino, organizações parceiras e patrocinadoras.
  3. c)  A inclusão da obra na coletânea de vídeos do Curta O Gênero 2014 para reprodução e distribuição para fins educativos e não comerciais para associações culturais, Pontos de Cultura, ONGs, cineclubes, Instituições de Ensino, organizações parceiras e patrocinadoras.
 O envio de vídeos à Mostra Nacional Curta o Gênero 2014 implica na declaração do(a) responsável pela inscrição de que a obra não infringe direitos de terceiros, não incorre em plágio com reprodução total ou parcial, responsabilizando-se, na esfera cível e penal, pelo descumprimento das normas constantes deste regulamento.
As cópias em DVD dos vídeos inscritos não serão devolvidas, passando a compor o acervo da Fábrica de Imagens, ONG proponente do projeto. 

A seleção dos vídeos será feita por uma Comissão de Curadoria a ser nomeada pela
Organização da Mostra, sendo composta por pessoas ligadas à realização e crítica audiovisual, além da produção acadêmica. Os nomes que integrarão esta Comissão serão divulgados no site www.curtaogenero.org.br  até o dia 15 de dezembro de 2013.
O resultado da seleção será publicado no site , no dia 07 de março de 2014, sendo irrevogável o parecer da Curadoria.
A Organização da Mostra poderá incluir obras audiovisuais convidadas no programa de exibição. 

 

El taller y SEMILLAS, invitan:


Em Campinas- SP-BR:


ODDI - Oficina de Defensoría de los Derechos de la Infancia, invita:


Museo de la Mujer, invita:


Fondo de Aborto para la Justicia Social - MARIA, convoca:


En la Sede del PRI- DF:


02 de Abril - Día Mundial da Conscientizaçao do Autismo:


 
«El Día Mundial de Concienciación sobre el Autismo no tiene por único objeto generar comprensión; es una llamada a la acción. Insto a todas las partes interesadas a participar en la promoción de los avances prestando apoyo a programas de educación, oportunidades de empleo y otras medidas que ayuden a hacer realidad nuestro ideal común de un mundo más inclusivo.»  
Mensaje del Secretario General, Ban Ki-moon con motivo del Día Mundial de Concienciación sobre el Autismo, 2 de abril de 2014

AUSJAL y IIDH, invitan:


Convocatorias de SEMILLAS - Sociedad Mexicana Pro Derechos de la Mujer, A.C:


Convocatoria para Líderes Indígenas Programa de Educación Sexual 2014:
http://semillas.org.mx/index.php?option=com_content&view=article&id=353&Itemid=162&lang=es

Convocatoria Programa "Otros Derechos Humanos" 2014:
http://semillas.org.mx/index.php?option=com_content&view=article&id=352&Itemid=161&lang=es

Convocatoria 2014 para el Programa “Otros Derechos Humanos” MUJERES AFROMEXICANAS:
http://semillas.org.mx/index.php?option=com_content&view=article&id=356&Itemid=164&lang=es

Yo apoyo la despenalización del aborto en Guerrero:


Planeta Mujer, invita:


UNAM, invita:


En Cuernavaca, Morelos:


Abril en el Museo de la Mujer:



Pelo fim da cultura do estupro!
Corpo espancado com hematomas, dilacerações na vagina e no colo do útero, transtornos psíquicos irreversíveis, gravidez indesejada, contaminação por DST/Aids, morte. Essas são as consequências para uma menina ou mulher vítima de estupro.
O estupro é culturalmente aceito em todas as sociedades no mundo. Não importa a sexualidade, origem, cor, classe, casta, religião, profissão da vítima, basta ter nascido mulher que ela se tornará vulnerável à cultura do estupro, estando vestida de biquíni ou de burca. As lésbicas e bissexuais ainda sofrem com o estupro ‘corretivo’ por não se adequarem à heteronormatividade, na visão dos agressores.
De acordo com o mais recente Mapa da Violência contra as Mulheres, no Brasil, 13 mil mulheres vítimas de estupro foram atendidas na rede pública em 2011. São 35 por dia! Isso sem contar as que não procuram ajuda por medo ou vergonha e aquelas que morreram e não puderam pedir ajuda. A maior parte delas tem entre 10 e 14 anos e foi violentada na própria residência e, em segundo lugar, na rua.

Daí nos perguntamos: por que esse tipo de violência contra as mulheres acontece?
Ora, por causa das próprias mulheres! Pelo menos é isso que acha 65,1% da sociedade brasileira. Os resultados da pesquisa Tolerância social à violência contra as mulheres do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) divulgados nesta quinta-feira (27) revelam que nossa população acredita que as mulheres provocam o estupro porque não sabem se comportar, se vestir, que tem mulher para casar e mulher para ‘ir pra cama’, que homossexuais não podem ter os mesmos direitos que heterossexuais, que o casamento deles deve ser proibido, que os casos de violência devem ser silenciados, e uma infinidade de absurdos.

Daí nos perguntamos: por que a sociedade brasileira pensa assim?
Por diversos motivos, entre eles, porque parte dos gestores públicos ignora os direitos humanos violando a laicidade do Estado, não promove a educação sexual, de gênero e de combate à homofobia nas escolas adequadamente, não presta atendimento decente às mulheres nos equipamentos de saúde e segurança, diz que transporte público lotado é bom pra ‘xavecar’, não coleta nem sistematiza dados sobre assuntos relacionados, cria projetos que obrigam mulheres estupradas a manter a gravidez indesejada. Ah! Tem também os comunicadores que ignoram a competência das mulheres destacando somente sua ‘beleza’, tratam as mulheres como coisas consumíveis em comerciais de cerveja. Enfim, a lista é longa...
E assim se cria no nosso imaginário social o machismo, a banalização da violência contra as mulheres e a perpetuação da cultura do estupro no Brasil e no mundo. Nossa experiência e prática social é influenciada por tudo que nos cerca, por nossas relações intermediadas nos espaços privados e públicos. Enquanto gestores públicos, jornalistas e toda a sociedade não mudarem haverá Yakiris, Franciscas e outras muitas.

É aceitável que homens assediem, batam, ameacem, tapem a boca, rasguem a roupa de uma mulher, a estuprem e matem livremente?
Não! Não é! É por isso que o movimento feminista, por vezes depreciado por essa sociedade patriarcal, machista, racista e homofóbica, há décadas vai às ruas para gritar para sociedade que o estupro e tantas outras violações dos direitos das mulheres não podem ser aceitos! Para dizer que as mulheres não são coisas, que devem ser respeitadas, ter seus direitos garantidos, que elas querem viver e andar livremente sem violência a qualquer hora do dia e onde quiserem, que elas são livres para vestir o que quiserem e se expressar como quiserem.
Católicas pelo Direito de Decidir apela para que líderes religiosos, atendendo aos princípios de respeito pela dignidade de todas as pessoas, revisem aquilo que, em suas doutrinas e práticas, contribui para a manutenção dessa cultura de violência e de morte das mulheres, e expressem publicamente o repúdio à ela.
#NãoMereçoSerEstuprada!

UNAM; invita:


Flacso México, convoca:


UNAM, invita: