Día 20 de Noviembre- Marchas por Ayotzinapa en el DF:



El Gobierno de la CDMX, la Red Género y Economia y el INmujeres, invitan:


20 de Novembro- Día da Consciencia Negra no Brasil:

Combate ao racismo no Brasil esbarra na negação do preconceito.


 Brasília – Um estudo realizado pela Universidade de São Paulo (USP) em 1988, em ocasião do centenário da Abolição da Escravatura, questionou aos entrevistados: “Você tem preconceito?” e “Você conhece alguém que tem preconceito?”. Em resposta à primeira pergunta, 96% da população disse não; à segunda, 99% dos pesquisados responderam sim. Conclusão: “todo brasileiro se sente uma ilha de democracia racial, cercada de racistas por todos os lados”. A frase, atribuída à antropóloga Lilia Schwarcz, 57 anos, dá a dimensão do desafio no enfrentamento da discriminação em razão da cor da pele. Racismo, portanto, é o tema a ser abordado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), na semana entre 3 e 9 de novembro, como parte da campanha do Mês da Consciência Negra.

“O conceito de raça vem sendo questionado desde o pós-guerra, e há hoje um entendimento de que a única raça existente é a raça humana. No entanto, sociologicamente, as pessoas ainda são diferenciadas pelo fenótipo e pela origem. Em função disso, as pessoas são discriminadas. Inclusive, algumas ideias que imaginávamos já superadas, como a de superioridade física de um grupo a outro, persistem e são externadas pela população”, explica o professor Ivair Augusto dos Santos, do Centro de Convivência Negra (CCN), da Universidade de Brasília (UnB).

Na opinião da coordenadora de projetos do Centro de Referência do Negro (Cernegro), Lucimar Martins, não há democracia racial do país. “Essa falácia de que o Brasil é uma democracia racial cai por terra quando a Constituição Federal é promulgada, em 1988. O próprio texto criminaliza o racismo. Como poderíamos criminalizar o racismo caso ele não existisse?”, questiona.

Segundo ela, uma das formas de sensibilizar a população é dar destaque às atitudes racistas para poder combatê-las. “É importante focar na discriminação racial, que é a materialização do racismo, o próprio ato de discriminar. É preciso partir da premissa que o racismo é uma realidade para poder enfrentar a questão”.

Racismo e racismo institucional – O conceito de racismo é entendido não somente como a conduta discriminatória em razão da cor da pele, mas também em decorrência de raça, religião, etnia ou procedência nacional. “Hoje o conceito de racismo foi desdobrado e chegou-se ao chamado racismo institucional. É o caso de servidores que, investidos de cargo público, atendem de forma diferenciada um negro ou um homossexual, por exemplo. Estamos falando das consequências desse racismo nos órgãos públicos, de como essa prática é utilizada para excluir pessoas e negar direitos”, argumenta a Lucimar Martins.

Campanha – Durante o mês de novembro, MPT realiza a campanha Mês da Consciência Negra para a efetivação da igualdade racial no Brasil. Ao todo serão abordados quatro temas: raça e racismo (3 a 9), violência contra negros (10 a 16), discriminação no ambiente de trabalho (17 e 23) e cotas raciais (24 e 30). A campanha, que conta com o apoio do Grupo Nacional de Direitos Humanos (GNDH), será divulgada nas redes sociais, TV aberta e rádio.

19 de Noviembre - Día Mundial para la Prevención del Abuso contra las Niñas y Niños:


CDHDF, invita:


Miércoles 19 de noviembre a partir de las 15:00 horas, en la CDHDF
http://cdhdfbeta.cdhdf.org.mx/event/foro-de-discusion-violencia-en-internet-contra-mujeres

Inmujeres, invita:


Ddeser Puebla y Las Libres, invitan:


Marcha UNAM:


Museo de la Mujer, invita:

Museo de la Mujer invita a este taller mensual el Sábado el 15 de Noviembre de las 12 a las 14 hras.

3er. Encuentro de Mujeres Jóvenes CDMX 2014:



 
Hagan su preregistro en: http://goo.gl/forms/Q61TSnz2Fh

En Oaxaca:


En Puebla:

¿Te identificas como feminista? Te esperamos en el primer Café Feminista en Puebla, que busca ser un espacio de encuentro entre nosotras, para compartir experiencias y abrir al debate nuestros puntos de vista. Te esperamos este Jueves 13 de Noviembre de 5 a 7 P.M en el Café Amparo de Puebla.

En San Cristóbal de las Casas, Chiapas:


CNDH, invita:


La Dirección Ejecutiva de Apoyo a Personas con Discapacidad del DIF del DF y el Centro Cultural Elena Garro, invitan:



Comunicado de la FEMU A.C:


Junto con Ayotzinapa, ellas también son crímenes de Estado:


INAH y Centro Cultural Isidro Fabela, invitan:


En Ciudad Júarez, Chihuahua:


Amnistía Internacional y UAQ, invitan:

    Porque los desaparecidos nos faltan a todos... Nos vemos el Lunes 10 de Noviembre a las 4:30 pm en la Explanada de Rectoría de la UAQ.

Pronanhi A.C, invita:


Cecash, invita:


Marcha por Ayotzinapa el 08 de Noviembre a las 20 hrs de la PGR al Zócalo:


Velada Solidaria con las familias de los Normalistas:


La Suprema Corte de Justicia de la Nación, El Consejo de la Judicatura Federal y el Tribunal Electoral del Poder Judicial de la Federación y la Comisión Interamericana de Mujeres (CIM), invitan:


Amnístia Internacional México:

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www.pasomigratorio.mx La oficina en México de Amnistía Internacional presentó la campaña"Paso Migratorio", que tiene como objetivo visibilizar el contexto de violación a los derechos humanos sexuales y reproductivos de las mujeres, niñas y niños que atraviesan México con la intención de llegar a Estados Unidos. Paso Migratorio es un portal que expone los relatos de quienes atraviesan México y son víctimas de violaciones y abusos sexuales. Te invitamos a visitarlo y a participar en las actividades descritas en el sitio.

También, puedes enviarnos tu historia y firmar la petición en: www.alzatuvoz.org/pasomigratorio